O mundo da F1
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O mundo da F1
Curiosidades sobre os carros da formula 1
Imagine o seguinte: você está em uma estrada, voltando do trabalho para sua casa. Já fez aquele percurso repetidas vezes e conhece cada detalhe do trajeto. Mas numa curva você pisa um pouquinho mais forte no freio (algo em torno de 5 %), o que faz seu carro rodar sem controle. É exatamente isso o que acontece na Fórmula 1: qualquer variação, mesmo que mínima, pode levar ao desastre. O mundo da principal categoria de automobilismo do planeta é feito de extremos: tudo é superior, exagerado; ou ao contrário, é escasso, em proporções minúsculas. Selecionamos, numa série de reportagens, um verdadeiro cardápio de curiosidades e informações com imagens de bastidor - como a colocada acima, na qual um modelo em escala 50 % é trabalhado no túnel de vento - que elucidam parte deste mundo incrível e emocionante da Fórmula 1.
Em máxima atividade, um motor de Fórmula 1 pode sugar nada menos que 600 litros de ar por segundo. Não é para menos: os engenheiros já sugerem que o novo motor V8 – menor e menos potente que os V10 utilizados até o ano passado – consegue atingir a marca de 20.000 rotações por minuto. Quer saber mais? Então veja outros números impressionantes nesta segunda reportagem sobre o incrível mundo da Fórmula 1.
5.000 peças são necessárias para construir um Fórmula 1 moderno.
600 é o peso em quilos do F1, mais o piloto. O lastro constitui 10% desta carga e tem como objetivo baixar o centro de gravidade e distribuir melhor a massa – resultando em maior equilíbrio do veículo em alta velocidade. Para ser compacto, o material utilizado como lastro tem 2,5 vezes a densidade do aço.
1 tonelada ou mais em termos de downforce (força aerodinâmica que empurra o veículo contra o solo) é o que gera um carro de F1 viajando a 250 km/h.
250 km/h é velocidade suficiente para que o F1 ande de ponta-cabeça caso existisse uma pista que permitisse esta mudança de posição. Isso se deve à downforce gerada pelas asas e demais dispositivos aerodinâmicos – algo que literalmente “gruda” o carro ao solo.
1,4 segundo é necessário para que o F1 vá de 100 km/h até a parada total, atingida em apenas 17 metros de distância.
2,5 toneladas é o correspondente ao que os F1 suportam sob frenagem. Nas curvas, a 150 km/h, a força lateral faz essa carga chegar a 2,2 toneladas. Já a 300 km/h, na reta, a downforce coloca sobre os pneus o equivalente a 1,6 tonelada.
4 segundos é o tempo que um F1 demora para reduzir de 300 km/h até a parada completa, rodando sobre piso seco.
5 % a mais de pressão no pedal de freio é o suficiente para fazer o carro de F1 derrapar e rodar em uma curva.
5,5 g é o que pode atingir nas freadas um F1 moderno (1 g equivale a uma vez a força da gravidade), enquanto um carro de rua de alto desempenho talvez não chegue a 1 g.
65 metros é o espaço de frenagem necessário para que o F1 vá de 200 km/h a 0.
30 % do arrasto aerodinâmico (soma da resistência do ar e sua conseqüente turbulência) são produzidos pelos pneus dos F1. Isso se deve pelo fato de as rodas dos carros do tipo Fórmula não serem cobertas – no caso da F1, elas se chocam com o ar a mais de 300 km/h. Esta é também a razão pela qual o coeficiente aerodinâmico de qualquer F1 ser 2,5 vezes pior do que o dos veículos de rua normais.
70 litros de gasolina são necessários para que um carro de F1 percorra apenas 100 quilômetros. Uma corrida tem cerca de 300 quilômetros.
100 graus são acrescidos aos discos de freio a cada décimo de segundo em uma frenagem, até atingir o pico de 1.200º - sendo que os freios funcionam melhor quando estão quentes.
160 decibéis são emitidos pelo motor de um F1 em máxima aceleração, um nível de ruído superior ao produzido por um Boeing 747 durante a decolagem.
200 vezes ou mais é a quantidade de ensaios de pit stop realizados por uma equipe de ponta da Fórmula 1 antes do início da temporada. Ao todo, os times fazem aproximadamente 25 ensaios por dia.
2.000 cv é a potência estimada que se dissipa (ou se perde) na forma de calor ou de outras maneiras (como gasolina não inflamada na combustão) pelos motores da F1 utilizados até 2005. Até então, eles aproveitavam “apenas” 900 cv, ou perto de 30 %. Embora com números diferentes, essa proporção será mantida a partir de 2006, quando os motores passam de V10 para V8.
1 g é a desaceleração resultante do simples ato de se tirar o pé do acelerador de um carro de Fórmula 1, sem usar o freio. 1 g equivale a uma vez a força da gravidade.
2,5 segundos é o tempo que os engenheiros da Toyota calcularam, no início de janeiro, que os novos carros serão mais lentos em relação aos utilizados em 2005. Isso se deve à utilização de motores V8 no lugar dos V10, mesmo com o ganho de tempo obtido pela troca de pneus no reabastecimento.
5 % é o mínimo que os engenheiros são capazes de aumentar a eficiência de seus projetos de um ano para o outro, mesmo com a FIA maquinando novas regras para reduzir a velocidade dos carros. Ou seja, mesmo com um regulamento ‘propositalmente idealizado para piorar o desempenho’, os técnicos fazem seus novos carros serem ainda melhores do que os do ano anterior. Este ganho de desempenho já chegou a incríveis 10%.
5,2 g é a aceleração lateral a que um piloto de F1 será exposto na redução brusca de 100 km/h até a parada total. 1 g equivale a uma vez a força da gravidade.
10 cavalos é a equivalência em potência do motor perdida caso aquela anteninha que vai no bico do F1 tenha um diâmetro um pouco maior do que deveria.
40 quilos é o peso da mangueira da bomba de combustível utilizada nos pit stops. Justamente por isso, os responsáveis por sua operação costumam ser sempre os mecânicos mais fortes.
65 quilos é o peso da célula de sobrevivência. Produzida em fibra de carbono, ela capaz de resistir a impactos incríveis e já salvou muitas vidas.
80 % do carro são feitos de fibra de carbono. Sua utilização ocorre em itens como a suspensão, assento do piloto, caixa de pedais, embreagem, célula de sobrevivência, etc.
100 graus é a temperatura ideal máxima (a mínima é de 90º) com a qual os pneus devem trabalhar para gerar a máxima aderência.
160 cv é a potência dissipada pelo óleo do motor na forma de calor. O circuito de água perde 215 cv, enquanto a caixa de câmbio leva mais 20 cv. Cerca de 15 % da energia disponível (perto de 3.000 cv para os motores usados até o ano passado) é perdida na forma de combustível não queimado.
200 é a quantidade de cavalos a menos que a Toyota registrou em seu primeiro motor V8 (adaptado ao novo regulamento de 2006) em relação ao V10 usado na temporada anterior.
400 gramas é o peso das sapatilhas da Alpinestars usadas pelos pilotos da equipe Toyota. Apesar de serem feitas de material a prova de fogo e solado superaderente, elas pesam 30% a menos do que um bom tênis de corrida
450 é a distância em quilômetros que o piloto de testes da Toyota, o brasileiro Ricardo Zonta, chega a fazer em um dia completo de testes. São aproximadamente 130 voltas e cerca de 40 tarefas diferentes – entre testes e avaliações de peças – previamente programadas pela equipe de testes.
500 ou mais pessoas trabalham nas grandes equipes de F1, apenas no desenvolvimento do chassi.
600 litros de ar por segundo são sugados pelo motor de F1 em regime máximo de funcionamento.
900 graus é a temperatura dos gases que saem do escapamento dos F1. Por isso, há um cuidado especial em relação à suspensão traseira, pois ela pode quebrar devido à grande variação de temperatura durante uma corrida.
950 cavalos é a potência aproximada que os motores V10 utilizados até 2005 atingiram na Fórmula 1, segundo a equipe Toyota.
600 quilos é o equivalente em downforce que a asa traseira sozinha pode gerar com o carro em movimento.
1.200 graus é a temperatura que atinge o disco de freio de fibra de carbono utilizado na F1 na entrada de uma curva. Este pico se repete cerca de 800 vezes por corrida.
3.000 cv é a potência do ventilador que impulsiona o ar no túnel de vento da equipe Renault, cujo diâmetro atinge 5,1 metros.
17.200 é o custo, em reais, de quatro discos de freio de F1. O kit de oito pastilhas sai por R$ 9.200. Uma equipe usa mais de 200 discos por ano, e o dobro desta quantidade em pastilhas.
20.000 é a rotação máxima que se estima os novos motores V8 estariam atingindo na etapa inicial da temporada 2006, no Bahrein.
"comentario de um usuario"
Uma coisa interessante é o fato do tamanho pneu ser volátil.
Estava vendo com meu professor, e ele estava comentando que o tamanaho ideal para o pneu durante uma arrancada seria um tamanho pequeno, mas para melhor potencia/utilizacao da gasolina em alta velocidade o pneu teria que ser maior. E é exatamente o que ocorre nos pneus da F1. Quanto maior veloc. maior o raio dos pneus ( eles crescem pela força centrifuga gerada por sua rotação).
GrayFox
http://www.vgbr.com/forum/index.php?s=dee5d36c358775c3f405175f90d5cc47&showtopic=6074&st=0&p=116863&#entry116863
Imagine o seguinte: você está em uma estrada, voltando do trabalho para sua casa. Já fez aquele percurso repetidas vezes e conhece cada detalhe do trajeto. Mas numa curva você pisa um pouquinho mais forte no freio (algo em torno de 5 %), o que faz seu carro rodar sem controle. É exatamente isso o que acontece na Fórmula 1: qualquer variação, mesmo que mínima, pode levar ao desastre. O mundo da principal categoria de automobilismo do planeta é feito de extremos: tudo é superior, exagerado; ou ao contrário, é escasso, em proporções minúsculas. Selecionamos, numa série de reportagens, um verdadeiro cardápio de curiosidades e informações com imagens de bastidor - como a colocada acima, na qual um modelo em escala 50 % é trabalhado no túnel de vento - que elucidam parte deste mundo incrível e emocionante da Fórmula 1.
Em máxima atividade, um motor de Fórmula 1 pode sugar nada menos que 600 litros de ar por segundo. Não é para menos: os engenheiros já sugerem que o novo motor V8 – menor e menos potente que os V10 utilizados até o ano passado – consegue atingir a marca de 20.000 rotações por minuto. Quer saber mais? Então veja outros números impressionantes nesta segunda reportagem sobre o incrível mundo da Fórmula 1.
5.000 peças são necessárias para construir um Fórmula 1 moderno.
600 é o peso em quilos do F1, mais o piloto. O lastro constitui 10% desta carga e tem como objetivo baixar o centro de gravidade e distribuir melhor a massa – resultando em maior equilíbrio do veículo em alta velocidade. Para ser compacto, o material utilizado como lastro tem 2,5 vezes a densidade do aço.
1 tonelada ou mais em termos de downforce (força aerodinâmica que empurra o veículo contra o solo) é o que gera um carro de F1 viajando a 250 km/h.
250 km/h é velocidade suficiente para que o F1 ande de ponta-cabeça caso existisse uma pista que permitisse esta mudança de posição. Isso se deve à downforce gerada pelas asas e demais dispositivos aerodinâmicos – algo que literalmente “gruda” o carro ao solo.
1,4 segundo é necessário para que o F1 vá de 100 km/h até a parada total, atingida em apenas 17 metros de distância.
2,5 toneladas é o correspondente ao que os F1 suportam sob frenagem. Nas curvas, a 150 km/h, a força lateral faz essa carga chegar a 2,2 toneladas. Já a 300 km/h, na reta, a downforce coloca sobre os pneus o equivalente a 1,6 tonelada.
4 segundos é o tempo que um F1 demora para reduzir de 300 km/h até a parada completa, rodando sobre piso seco.
5 % a mais de pressão no pedal de freio é o suficiente para fazer o carro de F1 derrapar e rodar em uma curva.
5,5 g é o que pode atingir nas freadas um F1 moderno (1 g equivale a uma vez a força da gravidade), enquanto um carro de rua de alto desempenho talvez não chegue a 1 g.
65 metros é o espaço de frenagem necessário para que o F1 vá de 200 km/h a 0.
30 % do arrasto aerodinâmico (soma da resistência do ar e sua conseqüente turbulência) são produzidos pelos pneus dos F1. Isso se deve pelo fato de as rodas dos carros do tipo Fórmula não serem cobertas – no caso da F1, elas se chocam com o ar a mais de 300 km/h. Esta é também a razão pela qual o coeficiente aerodinâmico de qualquer F1 ser 2,5 vezes pior do que o dos veículos de rua normais.
70 litros de gasolina são necessários para que um carro de F1 percorra apenas 100 quilômetros. Uma corrida tem cerca de 300 quilômetros.
100 graus são acrescidos aos discos de freio a cada décimo de segundo em uma frenagem, até atingir o pico de 1.200º - sendo que os freios funcionam melhor quando estão quentes.
160 decibéis são emitidos pelo motor de um F1 em máxima aceleração, um nível de ruído superior ao produzido por um Boeing 747 durante a decolagem.
200 vezes ou mais é a quantidade de ensaios de pit stop realizados por uma equipe de ponta da Fórmula 1 antes do início da temporada. Ao todo, os times fazem aproximadamente 25 ensaios por dia.
2.000 cv é a potência estimada que se dissipa (ou se perde) na forma de calor ou de outras maneiras (como gasolina não inflamada na combustão) pelos motores da F1 utilizados até 2005. Até então, eles aproveitavam “apenas” 900 cv, ou perto de 30 %. Embora com números diferentes, essa proporção será mantida a partir de 2006, quando os motores passam de V10 para V8.
1 g é a desaceleração resultante do simples ato de se tirar o pé do acelerador de um carro de Fórmula 1, sem usar o freio. 1 g equivale a uma vez a força da gravidade.
2,5 segundos é o tempo que os engenheiros da Toyota calcularam, no início de janeiro, que os novos carros serão mais lentos em relação aos utilizados em 2005. Isso se deve à utilização de motores V8 no lugar dos V10, mesmo com o ganho de tempo obtido pela troca de pneus no reabastecimento.
5 % é o mínimo que os engenheiros são capazes de aumentar a eficiência de seus projetos de um ano para o outro, mesmo com a FIA maquinando novas regras para reduzir a velocidade dos carros. Ou seja, mesmo com um regulamento ‘propositalmente idealizado para piorar o desempenho’, os técnicos fazem seus novos carros serem ainda melhores do que os do ano anterior. Este ganho de desempenho já chegou a incríveis 10%.
5,2 g é a aceleração lateral a que um piloto de F1 será exposto na redução brusca de 100 km/h até a parada total. 1 g equivale a uma vez a força da gravidade.
10 cavalos é a equivalência em potência do motor perdida caso aquela anteninha que vai no bico do F1 tenha um diâmetro um pouco maior do que deveria.
40 quilos é o peso da mangueira da bomba de combustível utilizada nos pit stops. Justamente por isso, os responsáveis por sua operação costumam ser sempre os mecânicos mais fortes.
65 quilos é o peso da célula de sobrevivência. Produzida em fibra de carbono, ela capaz de resistir a impactos incríveis e já salvou muitas vidas.
80 % do carro são feitos de fibra de carbono. Sua utilização ocorre em itens como a suspensão, assento do piloto, caixa de pedais, embreagem, célula de sobrevivência, etc.
100 graus é a temperatura ideal máxima (a mínima é de 90º) com a qual os pneus devem trabalhar para gerar a máxima aderência.
160 cv é a potência dissipada pelo óleo do motor na forma de calor. O circuito de água perde 215 cv, enquanto a caixa de câmbio leva mais 20 cv. Cerca de 15 % da energia disponível (perto de 3.000 cv para os motores usados até o ano passado) é perdida na forma de combustível não queimado.
200 é a quantidade de cavalos a menos que a Toyota registrou em seu primeiro motor V8 (adaptado ao novo regulamento de 2006) em relação ao V10 usado na temporada anterior.
400 gramas é o peso das sapatilhas da Alpinestars usadas pelos pilotos da equipe Toyota. Apesar de serem feitas de material a prova de fogo e solado superaderente, elas pesam 30% a menos do que um bom tênis de corrida
450 é a distância em quilômetros que o piloto de testes da Toyota, o brasileiro Ricardo Zonta, chega a fazer em um dia completo de testes. São aproximadamente 130 voltas e cerca de 40 tarefas diferentes – entre testes e avaliações de peças – previamente programadas pela equipe de testes.
500 ou mais pessoas trabalham nas grandes equipes de F1, apenas no desenvolvimento do chassi.
600 litros de ar por segundo são sugados pelo motor de F1 em regime máximo de funcionamento.
900 graus é a temperatura dos gases que saem do escapamento dos F1. Por isso, há um cuidado especial em relação à suspensão traseira, pois ela pode quebrar devido à grande variação de temperatura durante uma corrida.
950 cavalos é a potência aproximada que os motores V10 utilizados até 2005 atingiram na Fórmula 1, segundo a equipe Toyota.
600 quilos é o equivalente em downforce que a asa traseira sozinha pode gerar com o carro em movimento.
1.200 graus é a temperatura que atinge o disco de freio de fibra de carbono utilizado na F1 na entrada de uma curva. Este pico se repete cerca de 800 vezes por corrida.
3.000 cv é a potência do ventilador que impulsiona o ar no túnel de vento da equipe Renault, cujo diâmetro atinge 5,1 metros.
17.200 é o custo, em reais, de quatro discos de freio de F1. O kit de oito pastilhas sai por R$ 9.200. Uma equipe usa mais de 200 discos por ano, e o dobro desta quantidade em pastilhas.
20.000 é a rotação máxima que se estima os novos motores V8 estariam atingindo na etapa inicial da temporada 2006, no Bahrein.
"comentario de um usuario"
Uma coisa interessante é o fato do tamanho pneu ser volátil.
Estava vendo com meu professor, e ele estava comentando que o tamanaho ideal para o pneu durante uma arrancada seria um tamanho pequeno, mas para melhor potencia/utilizacao da gasolina em alta velocidade o pneu teria que ser maior. E é exatamente o que ocorre nos pneus da F1. Quanto maior veloc. maior o raio dos pneus ( eles crescem pela força centrifuga gerada por sua rotação).
GrayFox
http://www.vgbr.com/forum/index.php?s=dee5d36c358775c3f405175f90d5cc47&showtopic=6074&st=0&p=116863&#entry116863

igordmb- Motorista Veterano

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Re: O mundo da F1
160 decibéis. Incrível, pois 90 decibéis já é um ruído bastante incômodo.

Supertsunami- Carteira Provisória

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